Elan Morin Tedronai

1.         Aparência:    

Não era tão alto como Lews Therin, e estava vestido em roupas totalmente negras – exceto por uma renda branca, que lhe circundava a garganta, e por algumas filigranas de prata nas dobras de suas compridas botas.” (p. X, OOdM, Ed. Caladwin)

2.         Era das Lendas (Age of Legends)

Apelidado, durante a Era das Lendas, como Traidor da Esperança (Betrayer of Hope). Ele aparece nos salões de Lews, ao que tudo indica, logo após este ter chacinado toda sua família, amigos e servos, tomado pela loucura em função da canalização de saidin, maculado pelo Tenebroso (Dark One).

Inconformado com o fato de a loucura de seu adversário provocarem dificuldades para que este reconheça o que está acontecendo ao seu redor (“Não lhe darei o alívio da morte antes que você lembre o que aconteceu. Não, não deixarei que morra sob a proteção da ignorância. Lembre-se!” e também “Mas agora, eu o sobrepujei. E não deixarei que você morra sem saber disso. Andes de morrer, você terá um último pensamento: a consciência absoluta de sua derrota, de sua completa e esmagadora derrota. Isso, se eu permitir que morra. “ – p. XI, OOdM, Ed. Caladwin), Elan cura Lews, que, por sua vez, desesperado por ter matado sua família, inclusive sua amada esposa Ilyena e filhos, amigos e servos, decide acabar com sua própria existência, levando à criação do Monte do Dragão (Dragonmount).

Elan, antes de curar Lews da loucura (uma cura dolorosa e temporária), trava uma discussão (quase um monólogo de Elan, a bem da verdade) com o Dragão, que elucida um pouco a relação entre os dois: Elan afirma que, diferentemente do Dragão, ele aceita o nome (Traidor da Esperança) que recebeu; afirma que antes de se encontrar em tal estado de miserável loucura, o Dragão se erguia como o primeiro dos Servos, usava o Anel de Tamyrlin, sentava-se no Grão-trono (High Seat), tendo, inclusive, o poder para invocar os Nove Bastões do Domínio (Nine Rods of Dominion). Inclusive, mostrando certa mágoa, fala que foi humilhado pelo Dragão no Salão dos Servos e que sofreu uma derrota contra Lews nos Portais de Paaran Disen.

Feita a Cura, percebendo a presença de Elan e a morte de sua amada, Lews afirma que a 10 anos o mestre de Elan vem destruindo o mundo, ao que Elan informa que não são apenas 10 anos de guerra; que a batalha ocorre desde o começo do tempo, desde que a Roda começou a girar. Ainda, horrorizado pela morte de Ilyena, Lews promete acabar com Elan, mas é então que ele descobre a verdade: ele, Algoz do Próprio Sangue, foi quem matou seus entes queridos, família, amigos, servos… sua amada; que desde o aprisionamento do Tenebroso e seu último contra-ataque, os homens canalizadores tem destruído o mundo às centenas.

Desesperado por seus atos, Lews faz a Travessia (Travel) para o lugar que viria a ser conhecido como o Monte do Dragão (Drangonmount) nas eras vindouras. Após a destruição provocada pelo Dragão e sua morte, Elan contempla a montanha que se forma e com desprezo e ódio, ele afirma que não é tão fácil encerrar o assunto entre eles, que a disputa não terminará até o fim do tempo.

3.         Pós Era das Lendas:

 

 

4.         Poderes:

Aparentemente, quando Elan entra nos salões de Lews, no Prólogo de OOdM, ele não canaliza o Poder Único (One Power), mas o Poder Verdadeiro (True Power): “Atrás dele, o ar estremeceu, ondulou, brilhou e solidificou-se, dando forma a um homem, que olhou ao redor, com a boca levemente contraída de repugnância”. (p. X, OOdM). Isso porque se tivesse havido alguma canalização de saidin, certamente Lews teria sentido tal utilização do Poder Uno.

Além disso, Elan é claro em seu discurso antes de curar Lews:

“É uma pena, para você – ele disse, com ar pensativo -, que nenhuma de suas Irmãs se encontre aqui. A Cura jamais esteve entre minhas perícias, e, hoje, eu sigo um poder diferente. Pensando bem, contudo, de pouco adiantaria se uma delas estivesse aqui. Suas Irmãs poderiam dar-lhe alguns momentos de lucidez, apenas, se você nas as destruísse antes. Mas meus poderes servirão, ao menos, para os meus propósitos. – O sorriso dele era cruel. – Temo, no entanto, que a cura de Shai’tan seja bem diferente daquilo que você conhece. Eu o curo, Lews Therin!” (p. XII, OOdM, ed. Caladwin).

Deste fragmento, também é possível perceber que Elan não é muito habilidoso com o manejo do Poder (seja ele o Poder Verdadeiro ou o Poder Uno) para a realização de Cura, sendo que o processo de Cura temporário por ele feito, usando o Poder vindo de Shai’tan (“a cura de Shai’tan”) resulta ser bastante doloroso para Lews.

Além disso ele sabe Viajar (Travel), conseguindo ir para lugares distantes sem necessidade de percorrer o espaço entre o ponto de origem e o de destino, tal como Lews fez ao se dirigir para onde, após a Ruptura do Mundo (Breaking of the World), surgiu o Monte do Dragão (Dragonmount).

5.         Menções:

I.          OOdM – Prólogo.

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